Desenvolvimento do Programa de Eficientização da Estação Científica da Ilha da Trindade com ênfase nos aspectos relacionados aos impactos ambientais antrópicos

Resumo: A ocupação efetiva da Ilha da Trindade foi possibilitada pela construção do Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade (POIT), em 1950, possibilitando ao país, no campo geopolítico, a manutenção de uma Zona Econômica Exclusiva (ZEE) em torno de Trindade, e no campo científico, embora de forma esporádica, a possibilidade do desenvolvimento de pesquisas na Ilha e de ações de preservação do seu patrimônio natural. O POIT atualmente conta com aproximadamente 15 edificações, mantidas pela Marinha do Brasil. As novas demandas instauradas pelo Programa de Pesquisas Científicas na Ilha da Trindade (PROTRINDADE) para dar suporte ao desenvolvimento de pesquisas científicas na região, com a necessidade de construção de nova infra-estrutura, suscitaram um convite feito pela Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM) ao Laboratório de Planejamento e Projetos da Universidade Federal do Espírito Santo (LPP/Ufes), para o desenvolvimento do planejamento e projeto da Estação Científica da Ilha da Trindade (ECIT). Os estudos pretéritos com materiais e técnicas construtivas apropriados para locais de interesse ambiental e de difícil acesso alicerçaram o projeto de uma edificação inovadora tendo no PVC o seu principal material construtivo. A utilização do PVC, motivada por estudos realizados em relação à adaptabilidade do material aos condicionantes impostos, foi também em função da oportunidade de utilizar novas tecnologias em locais semelhantes como a Antártica, as Áreas de Proteção Ambiental em geral (APAs) e, eventualmente, em locais de interesse social, como as ocupações irregulares em morros e mangues, considerando os condicionantes logísticos e ambientais. A Estação Científica da Ilha de Trindade, uma vez instalada, além de atender ao seu objetivo primordial de abrigar a pesquisa científica no local, funcionará como um instrumento de avaliação dos impactos antrópicos gerados por sua presença na região.

Data de início: 2011-01-03
Prazo (meses): 24

Participantes:

Papelordem decrescente Nome
Aluno Mestrado Priscila Faria Gomes
Aluno Mestrado Fernando Boechat Fanticele
Aluno Mestrado Ana Carolina Alves Bernabé
Colaborador Jussara Farias Fardin
Coordenador Cristina Engel de Alvarez

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