QUALIFICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS DE FACHADA QUANTO À DISPONIBILIDADE DE LUZ NATURAL: O CASO DO INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CAMPUS COLATINA

Nome: Sirana Palassi Fassina
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 25/04/2017
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Andréa Coelho Laranja Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
Andréa Coelho Laranja Orientador
Cristina Engel de Alvarez Examinador Interno
Cynthia Marconsini Loureiro Santos Examinador Externo

Resumo: O uso da luz natural no ambiente interno traz benefícios aos usuários e influencia diretamente no seu comportamento e na sensação de conforto. Essas características, quando aplicadas a ambientes escolares se fazem ainda mais importantes, afetando diretamente o desenvolvimento e o aprendizado dos alunos. Por esse motivo, tem-se buscado otimizar o aproveitamento da luz natural no ambiente interno, aumentando seu desempenho e amenizando os possíveis inconvenientes. Dentre as possíveis estratégias, o uso de dispositivos externos à fachada faz-se importante por auxiliar na distribuição e aumento da luz natural nos espaços internos. Considerando as possibilidades, essa pesquisa buscou qualificar o desempenho de elementos de fachada na disponibilidade de iluminação natural, tendo como base uma sala de aula padrão do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) campus Colatina. A metodologia de trabalho se baseou em simulações computacionais através do programa Troplux 7, onde foram definidos seis modelos de balcão refletor, ora associado a prateleiras de luz, ora associado aos brises, totalizando doze objetos de estudo. As simulações foram realizadas para todo os dias do ano, das 7h às 17h, para as principais orientações (Norte, Sul, Leste e Oeste) e em três condições de céu: céu encoberto (CIE 3), céu parcialmente nublado (CIE 7) e céu claro (CIE 12). Nas análises observou-se a disponibilidade de luz natural no ambiente interno, com os percentuais de horas do dia nos intervalos das UDI (Useful Daylight Illuminance) ao longo do ano, os percentuais de uniformidade da luz natural no ambiente interno e o comportamento da luz natural com relação à profundidade do ambiente. Os resultados mostraram que a existência de uma superfície refletora próxima aos peitoris das janelas influenciou nos resultados apresentados, independente de sua associação ora a prateleira de luz, ora a brises. Foi possível concluir também que o uso de prateleiras se mostrou superior, havendo maior admissão da luz dentro da faixa desejável (500≤E≤2000lx), com reduções das iluminâncias excessivas e maior uniformidade da iluminância no ambiente interno. Entretanto, os resultados apresentados pelos modelos associados aos brises mostrou-se igual ou pouco inferior ao obtido pelos modelos associados à prateleira de luz, o que demonstra adequabilidade dos dispositivos diante das variáveis analisadas.
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